Curtas da Construção

Fundo volta a captar para investimento em imóveis - A aquisição de ativos imobiliários voltou a chamar a atenção de gestoras de recursos focadas no setor, apesar do acirramento da crise política do país. As gestoras miram o longo prazo e se preparam para quando a economia voltar a crescer e a ter reflexos no aumento da demanda, principalmente, por áreas de galpões e escritórios. Há quem se interesse também pelo segmento residencial. Já se fala na intenção de novas captações, e quem tem o comprometimento de recursos assegurados busca ativos para desembolsar parte deles. (Valor 08/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Hedge vai captar recursos para aquisição de ativos - A gestora de recursos Hedge Investments pretende dar início, no segundo semestre, à captação por meio de fundos - no total de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão -, a ser realizada em 18 meses, para investimentos no mercado imobiliário. A intenção é levantar esses recursos com investidores nacionais e estrangeiros, para aquisição de ativos de galpões, lajes corporativas e shopping centers. No segmento de fundos lastreados em fundos, a gestora anunciará, em um mês, captação de R$ 1 bilhão. A Hedge tem cerca de R$ 1,5 bilhão sob gestão. André Freitas, sócio da Hedge, espera que a retomada do setor imobiliário ocorra, primeiramente, no seguimento de galpões, com possibilidade de início no fim do ano. (Valor 06/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Rede D'Or capta US$ 210 milhões - A Rede D'Or, maior grupo hospitalar do país, fechou um empréstimo de longo prazo de US$ 210 milhões com a International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado. Os recursos serão usados para financiar a expansão orgânica da rede, que conta hoje com 5 mil leitos em 34 hospitais localizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife. (Valor 08/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Setor da construção civil espera uma recuperação - Dos imóveis vendidos no ano passado, 42,8% foram objeto de distrato, isto é, 44,2 mil foram devolvidos, somando valor total pouco superior a R$ 1 bilhão, geralmente por compradores que não conseguiram o financiamento pretendido ou perderam o emprego. As incorporadoras queixam-se que entram no bolo também investidores, que concluíram que fizeram aposta ruim e conseguem na Justiça receber o dinheiro gasto de volta, à vista e com correção. (Valor 07/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Crise política não afetou andamento das discussões sobre distratos, diz CBIC - O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, afirmou nesta quinta-feira, 8, que a crise política desencadeada pela delação de executivos da JBS não afetou o andamento das discussões do setor com o governo sobre distratos. “A questão está andando. O que nos alegra, neste instante, é que o governo percebeu o risco sistêmico que é o distrato", disse Martins, em conversa com o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, após participação em evento promovido pela Revista Exame, em São Paulo. Segundo o executivo, os distratos acabam gerando uma reação em cadeia, uma vez que as construtoras deixam de pagar as dívidas com os bancos e, consequentemente, não conseguem novos financiamentos, o que dificulta a geração de empregos no setor. Martins ressalta que as regras atuais criam um cenário que estimula os distratos. "Mas, se criarmos algum tipo de inibição, para que a pessoa que efetivamente precisar possa usar, mas que não seja tão fácil como é hoje, vai fazer toda a diferença." O presidente da CBIC, no entanto, não deu maiores detalhes sobre o teor das discussões envolvendo a proposta. Quanto ao endereçamento do tema pelo governo, via projeto de lei (PL) ou medida provisória (MP), Martins disse que ainda não há nada definido. "Ambas possuem prós e contras, dentro do aspecto político e tempo de trâmite", disse. Presente no mesmo evento, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Romeu Ferraz Neto, disse acreditar que a crise política não gerará atrasos nas discussões envolvendo os distratos. "Os debates são em nível técnico e jurídico, fugindo das questões políticas", disse Neto à reportagem do Broadcast. "A questão tem que ir para frente, é um assunto que não pode parar de ser discutido, para o bem de todos." (Estadão Conteúdo, 08/06/17)

PDG leva plano de recuperação à Justiça para dívida de R$ 5,75 bi - A PDG Realty apresentou, ontem, 38 planos de recuperação judicial na 1ª Vara de Falências de São Paulo, com débitos totais de R$ 7,3 bilhões, dos quais R$ 5,75 bilhões passíveis de reestruturação. O plano principal inclui a controladora e a maior parte das 512 sociedades de propósito específico (SPEs) que foram à Justiça. Cada um dos 37 planos individuais é para um empreendimentos com patrimônio de afetação. (Valor 07/06/17). Leia mais no Valor Econômico

PDG apresenta 38 planos de recuperação judicial - A PDG Realty apresentou no fim da noite desta terça-feira 38 planos de recuperação judicial, com débitos totais de R$ 7,3 bilhões, dos quais R$ 5,75 bilhões são passíveis de reestruturação e R$ 1,55 bilhão se refere à dívida extra-concursal. O plano principal inclui a controladora e a maior parte das 512 sociedades de propósito específico (SPEs) que fazem parte da recuperação. Cada um dos 37 planos individuais destina-se a um dos empreendimentos com patrimônio de afetação. (Valor 06/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Fundações planejam venda de imóveis - A reorganização dos investimentos de Petros e Funcef, dois dos três maiores fundos de pensão do Brasil, passa pela carteira de imóveis. O fundo de pensão dos funcionários da Petrobras já organizou um plano de venda de imóveis, de acordo com a política de investimentos para o período entre 2017 e 2021, disse na semana passada o presidente da entidade, Walter Mendes. (Valor 07/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Blindagem econômica - Na agenda microeconômica, entre as medidas que os aliados do presidente querem tirar do papel para criar uma agenda positiva, estão os ajustes na área de habitação e estímulos ao programa de concessões. Na área habitacional envolve o distrato - quando o comprador desiste da compra de um imóvel e quer parte dos recursos de volta. Hoje, há controvérsia em relação aos valores a serem devolvidos. Entidades de defesa do consumidor querem que o critério se baseie no montante já pago, mas as empresas acham que a base de cálculo deve ser o valor do imóvel. Ainda está nos planos do governo a criação de um aluguel social. As empresas construiriam imóveis para a população de baixa renda, e o governo arcaria com o aluguel por um prazo de 30 anos. Na área de concessões, a ideia é que o governo federal ajude estados e municípios a modelarem projetos de infraestrutura (mobilidade urbana e iluminação pública, por exemplo). Bancos como Caixa e Banco do Brasil entrariam no financiamento. O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, porém, teme que o governo decida abrir um "saco de bondades" em ano pré-eleitoral: “Só que, desta vez, acho difícil a equipe econômica aceitar”. (08/06/17jun)

Catálogo Gratuíto de Normas Técnicas-Edificações - O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e a Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com apoio do Senai, acabaram de lançar a 6ª edição do Catálogo de Normas Técnicas. A publicação, gratuita, reúne todas as normativas que impactam a vida útil das edificações. Ao todo, são 1.047 normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) listadas em sete grupos: viabilidade, contratação e gestão; desempenho, projetos e especificação de materiais e sistemas construtivos; execução de serviços; controle tecnológico; manutenção; qualificação de pessoas; e resíduos da construção civil. A principal novidade é que o guia passou a listar normas técnicas sobre gestão ambiental e gerenciamento de resíduos, além de conter links diretos para as páginas das NBRs no site da ABNT. Para acessar o 6º Catálogo de Normas Técnicas, clique aqui. (CBIC, 02/06/17)

Vista da Lagoa, só que não - Arrojado empreendimento imobiliário em área nobre da cidade, na Rua Presidente Alffonso Lopes, 25, quase esquina com a Rua Gastão Baiana, o condomínio L'écran tem cinco andares e uma particularidade curiosa: como apenas uma das coberturas oferece vista (parcial) para a Lagoa Rodrigo de Freitas, quase em frente, as outras unidades foram agraciadas com o recurso reality view. A expressão em inglês designa uma tecnologia que transmite em tempo real, nos apartamentos, imagens do cartão-postal vizinho, com seu belo espelho-d'água e montanhas ao fundo, projetadas em um prosaico telão. Pelo menos um interessado no imóvel, em visita recente, saiu de lá desapontado com a paisagem "de cinema". (Veja Rio, 06/06/17)

MRV planeja instalar placas de geração - Placas de energia solar farão parte do projeto de novos edifícios da MRV Engenharia. A empresa, uma das líderes do Minha Casa, Minha Vida, programa de moradia do governo federal, pretende incluir os equipamentos em 30% de seus lançamentos este ano. E em cinco anos, em todos os lançamentos. Até 2022, o investimento previsto é de cerca de R$ 800 milhões. (Valor 06/06/17). Leia mais no Valor Econômico

"Sem ação do governo, corrupção vai existir" - O 'business' é para corromper, o governo é para não deixar corromper". Quem diz isso é um dos mais experientes empreiteiros do Brasil e um dos responsáveis por obras que viraram cartões postais do país. Murillo Mendes, presidente da construtora Mendes Júnior, caracteriza dessa forma um pensamento que a seu ver norteou, de modo muito geral, a consciência de empresários, daqui e do exterior. (Valor 06/06/17). Leia mais no Valor Econômico

À venda - A construtora Odebrecht continua tentando vender de tudo. Sua incorporadora, a Odebrecht Realizações Imobiliárias, contratou o banco Rothschild para vender três terrenos, dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro. O principal deles fica no empreendimento Parque da Cidade, na Zona Sul de São Paulo. Segundo a Exame apurou, a empresa espera receber cerca de 300 milhões de reais. Há projetos de empreendimentos comerciais e residenciais já aprovados na prefeitura para os terrenos. A Odebrecht também tenta vender o prédio onde fica sua sede, na capital paulista, e passar a pagar aluguel ao novo proprietário. A empresa não comentou. (Exame, 06/06/17)

Fundos em alta - Os assessores financeiros continuam recomendando investir em fundos imobiliários. Para a gestora Credit Suisse Hedging-Griffo, dois fatores beneficiam esse setor: a queda dos juros, que leva mais investidores a buscar diversificação no mercado imobiliário, e a redução dos lançamentos, que diminui a oferta. No caso do segmento de imóveis comerciais, a queda dos preços nos últimos anos criou oportunidades. O índice que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários subiu 1% em maio e 28% em 12 meses. (IstoÉ Dinheiro, 06/06/17)

Na esteira dos elevadores - Mesmo com a retração da construção civil, a divisão de elevadores, escadas rolantes e esteiras deverá liderar o crescimento do grupo industrial Thyssenkrupp no Brasil a partir do ano que vem. "O segmento estagnou, mas há investimentos em infraestrutura, como a retomada do metrô aqui em São Paulo", diz Giovanni Pozzolli, diretor-executivo interino para a América do Sul. "Em outros Estados a situação é mais complicada, mas há projetos grandes e complexos. Tivemos as privatizações de aeroportos, e há expectativa que os novos donos tragam aportes." Com a venda da siderúrgica CSA, responsável por € 1,3 bilhão (R$ 4,8 bilhões) da receita na região, elevadores e bens de maior valor agregado, como componentes industriais e automotivos, serão o foco da empresa. A projeção é de um crescimento mínimo em 2018, perto de 1%, diz Pozzolli. "A expectativa é que haja alguma retomada. É possível crescer [apesar da crise política], mas o planejamento fica mais difícil." 11 são as fábricas no Brasil 7.500 são os funcionários no país. Dados: € 900 milhões (R$ 3,33 bi) foi a receita na América do Sul no ano fiscal encerrado em setembro. (Folha de S.Paulo, 06/06/17)

Governo Federal cria o comitê estratégico de implementação do BIM e reforça disseminação da plataforma no Brasil - O Governo Federal anunciou a criação de um comitê estratégico para a implementação da Modelagem da Informação para Construção (BIM, na sigla em inglês) no Brasil. No final de maio, o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Igor Nogueira Calvet, já tinha adiantado a intenção de formar uma comissão para discutir um plano nacional de disseminação da tecnologia. De acordo com o decreto publicado ontem (6/6) no Diário Oficial da União, o comitê será presidido pelo MDIC e se reunirá uma vez por trimestre para propor as próximas diretrizes do planejamento, validar o Mapa Estratégico e o Plano de Ações da metodologia e elaborar seu regimento interno. Também vão compor o comitê representantes do Ministério da Defesa, do Ministério do Planejamento, do Ministério de Desenvolvimento e Gestão, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, do Ministério das Cidades, e da Secretaria-Geral da Presidência da República e da Casa Civil. Veja aqui a íntegra do Decreto. (CBIC Hoje, 06/06/17)

Odebrecht quer garantir 23 conselheiros independentes até fim do ano - A Odebrecht trabalha para garantir que, até o fim do ano, as empresas do conglomerado tenham, em conjunto, 23 conselheiros independentes, afirmou Olga Pontes, diretora da compliance do grupo, durante o Brazil Risk Summit. Segundo a executiva, a companhia estabeleceu que cada uma do conglomerado deve ter, no mínimo, dois membros independentes. Em alguns colegiados, há mais do que dois, enquanto outras ainda contam com apenas um membro e passarão, portanto, por mudanças. "Temos uma estratégia definida. Nosso processo de reconstrução é sólido e nada está sendo feito do dia para noite", disse ela. A Odebrecht conta com uma empresa internacional de recrutamento que ajuda na escolha dos nomes que devem ocupar os cargos dentro das companhias, mas a decisão final passa pelo conselho de administração. De acordo com Olga, todos os selecionados são não somente independentes, mas também indicados de acordo com a competência no setor de atuação da empresa, "para garantir a melhor tomada de decisão sobre os negócios no futuro". (UOL, 08/06/17)

Lemann, Telles e Sicupira doam ações da São Carlos a herdeiros - A São Carlos Empreendimentos e Participações informou na noite desta quarta-feira que os acionistas controladores Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Telles doaram 30.751.241 ações de emissão da companhia a seus herdeiros e sucessores legais. Lemann doou 11.500.481 ações para Paulo Alberto Lemann (que ficou com fatia representativa de 3,32% do capital social da empresa), Jorge Felipe Lemann (3,32%), Anna Victoria Lemann Osório (3,32%), além de Susanna Mally Lemann, Marc Lemann, Lara Lemann e Kim Lemann, com 2,49% cada. Lemann doou 11.500.481 ações para Paulo Alberto Lemann (que ficou com fatia representativa de 3,32% do capital social da empresa), Jorge Felipe Lemann (3,32%), Anna Victoria Lemann Osório (3,32%), além de Susanna Mally Lemann, Marc Lemann, Lara Lemann e Kim Lemann, com 2,49% cada. Telles doou 9.625.380 ações a Christian Van Hoegaerden Herrmann Telles e Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, que passarão a deter, cada um, 8,33% do capital da São Carlos. Os controladores afirmam que a transferência de ações não implicará mudança na estrutura de controle da empresa, uma vez que as ações objeto da operação continuarão a representar o controle da São Carlos, por meio de sua vinculação a acordos de acionistas celebrados nesta data pelos herdeiros e Marcel Herrmann Telles. O aviso diz também que a estrutura administrativa não será alterada. (UOL, 07/06/17)

Governo quer privatizar toda a rede da Infraero - Movido pelo sucesso do último leilão de aeroportos, o governo praticamente desistiu de fazer uma abertura de capital da Infraero e avançou na proposta de conceder à iniciativa privada os terminais ainda geridos pela estatal. A ideia é privatizar todo o sistema em seis blocos regionais, com uma mistura de ativos lucrativos e deficitários. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve ficar encarregado de preparar a modelagem. como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.  (Valor 08/06/17). Leia mais no Valor Econômico

Entrevias, do Pátria, assina concessão no interior de SP - A Entrevias, empresa criada pelo Pátria para administrar a concessão das Rodovias do Centro-Oeste Paulista, deve desembolsar R$ 160 milhões já no primeiro dos 30 anos da duração do contrato, segundo informações da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). (Valor 07/06/17). Leia mais no Valor Econômico

BRMalls e Aliansce negociam fusão - As empresas de shopping centers BRMalls e Aliansce estão em conversas para a fusão dos negócios, com discussões que avançaram nas últimas semanas, apurou o Valor. O Itaú BBA foi contratado para assessorar a BRMalls no processo, após conversas iniciadas entre as partes no começo do ano. Não é a primeira vez que acionistas dos dois grupos  tentam buscar um acordo, mas há, desta vez, um alinhamento maior dos sócios para que o plano avance, segundo fonte. (Valor 06/06/17). Leia mais no Valor Econômico

BR Malls nega que esteja negociando fusão - Malls afirmou nesta terça-feira (6), em esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que não está em processo de negociação de operação de fusão e “tampouco contratou assessor financeiro” para analisar uma transação dessa natureza. O esclarecimento foi encaminhado após a autarquia questionar a administradora de shopping centers a respeito de reportagem publicada no Valor. Segundo o jornal, a BRMalls e a Aliansce estão em conversas para a fusão dos negócios, com discussões que avançaram nas últimas semanas. O Itaú BBA foi contratado para assessorar a BRMalls no processo, após conversas iniciadas entre as partes no começo do ano. “Embora a avaliação de aquisições e oportunidades de consolidação do setor em que atua integre a estratégia de crescimento, sem exclusão de qualquer ativo a priori, a companhia não está em processo de negociação da operação de fusão noticiada”, disse a BR Malls, destacando que a estratégia mencionada já é “de inteiro conhecimento do mercado”. A Aliansce disse, também em comunicado ao mercado, disse que “está permanentemente avaliando alternativas de alocação de capital e combinações estratégicas” para reforçar o seu portfólio, mas que não há, no momento, negociação em curso. (UOL, 06/06/17)

Com aumento da incerteza, J.P. Morgan reduz projeções do PIB para 2017 e 2018 - O J.P. Morgan cortou as projeções para o crescimento do PIB de 2017 e 2018 devido à deterioração do cenário político, que pode ter impacto negativo sobre a aprovação de reformas e a confiança. Para este ano, a economista-chefe do banco, Cassiana Fernandez, baixou a estimativa de uma expansão de 0,6% para variação zero; para o ano que vem, reduziu a previsão de 2,2% para 1,8%. (Valor, 08/06/17). Leia mais no Valor Econômico