Curtas da Construção

Caixa repassa R$ 1 bi em imóvel a fundo - A Caixa Econômica Federal vai vender R$ 1 bilhão da carteira de imóveis retomados para um fundo privado. A expectativa é de que a operação seja feita até, no máximo, o próximo mês. Somente neste ano, a Caixa retomou 39 mil imóveis, o que corresponde a R$ 6 bilhões, e a instituição financeira estava estudando uma saída para diminuir o peso desse ativo imobilizado em sua carteira. (Valor, 04/10/17). Leia mais no Valor Econômico

H.I.G. fecha 1ª aquisição imobiliária no Brasil - Mais conhecida por seus investimentos em empresas de médio porte, a gestora de fundos de private equity H.I.G. Capital fechou seu primeiro investimento imobiliário no Brasil. A gestora americana comprou, por um preço não divulgado, o Urbanity Corporate, edifício comercial de luxo na Chácara Santo Antônio, zona sul de São Paulo. O imóvel pertencia às incorporadoras Even e Yuni. De acordo com Fernando Marques Oliveira, presidente da H.I.G. Brasil e América Latina, a gestora vê oportunidades de investimentos no mercado imobiliário neste momento no país. "Existe muito pouca entrega de imóveis para este e para os próximos anos", diz ele. Além disso, Oliveira diz perceber a migração dos locatários de imóveis mais simples para outros empreendimentos mais sofisticados, aproveitando o preço mais baixo dos aluguéis por causa da crise econômica. O executivo não quis comentar se já existem contratos de aluguel fechados para o Urbanity. Com mais de US$ 20 bilhões em ativos sob gestão nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina, a H.I.G. ainda não tem um fundo imobiliário voltado para aportes no Brasil. Segundo Oliveira, isso deve acontecer depois que a H.I.G. fizer alguns investimentos com recursos de fundos globais e puder demonstrar o retorno das aquisições feitas. No radar da H.I.G. estão investimentos entre R$ 50 milhões e R$ 200 milhões. Não existem, porém, restrições em relação ao tipo de empreendimento imobiliário a ser comprado, que pode ir de apartamentos a shopping centers. Também não há restrições em termos geográficos. (Valor, 04/10/17). Leia mais no Valor Econômico

EZTec compra - O conselho de administração da EZTec aprovou a proposta de compra de 13,75% que a Lindencorp Participações e Incorporações detém na Phaser Incorporação, pelo valor de R$ 44 milhões. Após essa operação, a EZTec passará a deter 41,25% do capital total da Phaser. A EZTec também decidiu adquirir a participação de 15% que a Lindencorp tem na Ares da Praça Empreendimento Imobiliário, por R$ 13,5 milhões. Após a transação, a EZTec deterá 85% do capital da Ares da Praça. (Valor, 03/10/17). Leia mais no Valor Econômico

PDG busca financiamento com credores - O novo plano de recuperação judicial da PDG prevê que credores com garantias reais financiem o pagamento de outros credores, como trabalhistas, quirografários (sem garantias) e micro e pequenas empresas. A incorporadora, que entrou com pedido de recuperação judicial em fevereiro, diz no documento que precisa do apoio dos credores com garantias reais para cumprir suas obrigações financeiras nos próximos 12 meses. (Valor, 03/10/17). Leia mais no Valor Econômico

Lucro da Odebrecht Engenharia e Construção cai 97% - A Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) teve lucro líquido de R$ 55,3 milhões no primeiro semestre do ano, queda de 97% sobre o mesmo período de 2016, quando registrou resultado positivo de R$ 1,8 bilhão, apurou o Valor. O desempenho reflete a variação cambial no intervalo, a redução da carteira de projetos e a piora do resultado financeiro. A receita líquida recuou 31% no primeiro semestre na comparação anual, para US$ 1,91 bilhão (cerca de R$ 6,1 bilhões, queda de 41,3%). A companhia é um dos braços do grupo Odebrecht, que tenta se reerguer após o envolvimento na LavaJato. A receita bruta totalizou US$ 1,94 bilhão no período, recuo de 32%. Os negócios no Brasil, responsáveis por 16% do faturamento, tiveram a maior retração: de 54%, para US$ 310 milhões. No exterior, a queda se deu em ritmo mais lento mas ainda assim acentuado, caindo 25%. Os números da receita constam de release de resultados divulgado pela Odebrecht para investidores e ao qual o Valor teve acesso. (Valor, 03/10/17). Leia mais no Valor Econômico

Preço médio de vendas de imóveis residenciais cai 0,07% em setembro, diz Fipezap - O mercado imobiliário brasileiro permanece pressionado, com recuo nos preços médios de venda de imóveis residenciais em setembro, de acordo com pesquisa realizada em 20 cidades pela Fundação Instituto de Pesquisas Eletrônicas (Fipe). O levantamento é feito com base nos anúncios no site Zap Imóveis e leva em conta o preço médio por metro quadrado (m2) em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Vitória, Vila Velha, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Niterói, Campinas, Santos, Goiânia e Contagem. O preço médio anunciado de venda dos imóveis residenciais teve queda de 0,07% em setembro na comparação com agosto. O setor sofreu a sétima baixa mensal consecutiva. No acumulado dos primeiros nove meses do ano, a retração já atingiu 0,56%, enquanto nos últimos 12 meses houve queda de 0,26%. A baixa nos preços de venda em setembro foi puxada por resultados negativos de 13 das 20 cidades pesquisadas. Fortaleza apresentou a maior queda, de 0,82%, seguida por Rio de Janeiro (0,57%) e Santo André (0,41%). Por outro lado, Florianópolis registrou aumento nominal de 0,61%. Recife (0,40%) e Belo Horizonte (0,32%) também apresentaram alta. (Estadão Conteúdo, 04/10/17)

Lançamentos de imóveis registram alta de 9,4% entre janeiro e julho deste ano, mostra Abrainc e Fipe - Levantamento realização pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apontou um crescimento de 9,4% nos lançamentos e de 0,7% nas vendas de imóveis residenciais entre os meses de janeiro e julho deste ano, na comparação com os mesmos meses de 2016. Ao todo, foram 37.158 unidades colocadas no mercado e 58.214 unidades comercializadas no período. Na análise por segmento, os empreendimentos residenciais de médio e alto padrão (MAP) obtiveram queda de 13,7% nos lançamentos e de 16,7% nas vendas no acumulado de 2017. Nos últimos 12 meses, o resultado foi de -6,5% e -17,5%, respectivamente. Já os empreendimentos vinculados ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) continuam apresentando resultados positivos com alta de 20,9% nas unidades colocadas no mercado e de 23,2% nas comercializações entre janeiro e julho deste ano. Em 12 meses, a alta é de 12,2% e 24,1%, respectivamente. Em relação aos distratos, a pesquisa aponta cerca de 38 mil contratos interrompidos nos últimos 12 meses encerrados em julho, o equivalente a 37,0% das unidades vendidas. A relação entre os distratos e vendas dos empreendimentos MAP foi de 48,1%, enquanto os empreendimentos MCMV registraram 20,5% no período. (Construção Mercado online, 03/10/17)

Financiamento imobiliário cresce pelo segundo mês seguido - Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança somaram R$ 4,42 bilhões em agosto, alta de 4,2% em relação a julho e de 9,9% frente a igual mês de 2016. Foi o segundo mês seguido que os financiamentos atingiram o maior nível anual. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No acumulado de 2017, foram financiados R$ 29,21 bilhões, montante 4% inferior ao observado em igual período de 2016. Nos 12 meses compreendidos entre setembro de 2016 e agosto de 2017, foram aplicados R$ 45,38 bilhões na compra e construção de imóveis com verbas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), retração de 8,2% em relação ao apurado nos 12 meses precedentes. No mês passado foram financiados, nas modalidades de aquisição e construção, 18,4 mil imóveis. "Há uma trajetória crescente de imóveis financiados, com alta de 11,5% em relação a julho e de 2,2% comparativamente a agosto de 2016. É uma tendência positiva de evolução do crédito imobiliário", diz a Abecip, em nota. No acumulado do ano até agosto, foram financiadas aquisições e construções de 117,4 mil imóveis, queda de 13,6% na relação a igual etapa de 2016. Segundo a Abecip, o financiamento imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 181,27 mil imóveis nos últimos 12 meses, até agosto, queda de 18,1% frente aos 12 meses precedentes. Em agosto, pelo quarto mês consecutivo, a captação líquida da poupança mostrou bom desempenho, com entradas líquidas de R$ 1,65 bilhão, em contraste com o ocorrido em igual mês do ano passado, quando houve saída líquida de R$ 3,52 bilhões. O saldo total da aplicação encerrou o mês passado em R$ 533,7 bilhões, crescimento de 7,7% na comparação anual. (O Estado de S. Paulo, 01/10/17)

Bancos públicos veem aceleração do crédito - O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, por sua vez, destacou que o banco subiu em 20,7% os desembolsos de crédito imobiliário e que tem notado aumento na demanda por financiamento. "Temos essa percepção de que está sendo retomada a demanda pelo crédito. Os bancos estão líquidos e estamos trabalhando em função disso", disse Occhi. (Valor, 29/09/17). Leia mais no Valor Econômico

Fundos imobiliários entram no radar do mercado - A queda na taxa Selic e a expectativa de que ela chegue a 7% ainda este ano tem aumentado o apetite dos investidores para produtos alternativos à renda fixa. Em um cenário de retomada econômica, com mais empresas pensando em investir e mais pessoas propensas a consumir ou adquirir bens, os fundos de investimentos imobiliários podem ganhar força. (Valor, 29/09/17). Leia mais no Valor Econômico

Caixa reduz para 50% o limite de financiamento de imóveis usados - Desde o final de setembro, os interessados em financiar imóveis usados por meio da Caixa Econômica Federal esbarram em uma nova regra do banco: o limite foi reduzido de 70% para 50%. O novo teto do financiamento vale para todas as modalidades, incluindo Minha Casa, Minha Vida, empréstimos com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. O limite para financiamentos de imóveis novos permanece em 80%. Atualmente, a Caixa é responsável por 70% do crédito imobiliário em todo o país. Em nota, a instituição informou que a redução busca ajustar a oferta do capital financeiro disponível da instituição. De maio a julho desse ano foram concedidos R$ 2,4 bilhões para financiamentos com juros regulados, aumento de 24% em relação ao trimestre anterior (acumulado de fevereiro a abril). (AEC, 03/10/17)

Baixa nos preços - O custo médio do metro quadrado para compra de um apartamento usado de 65m² e uma vaga de garagem chegou a R$ 6.135, acumulando uma baixa de 1,2% nos últimos 12 meses, segundo dados da Imovelweb. Em termos reais, o preço caiu 3,2%. Já para locação, 85% dos bairros registraram uma queda média de 5% em 2017. Os bairros Leblon (R$ 21.863), Ipanema (R$ 20.510) e Lagoa (R$ 17.087) se destacaram com os preços mais altos para a venda. Para os consumidores que desejam investir no mercado imobiliário, o levantamento identificou que a rentabilidade anual da cidade ficou em 4,1% anual, o que significa que são necessários 24 anos de aluguel para recuperar o gasto com a compra. (O Globo, 01/10/17)

Preços de imóveis caem 3,5% no Rio - O preço médio de venda de imóveis no Rio de Janeiro caiu 3,58% nos últimos 12 meses, segundo dados da FipeZap, divulgados ontem. Porém, a capital carioca se manteve como a cidade com o valor do metro quadrado mais alto do país, chegando a R$ 9.918. Os bairros com imóveis mais caros são Leblon e Ipanema, ambos na Zona Sul, e as unidades habitacionais mais em cona ficam em Cavalcanti e Pavuna. No Leblon, o preço do metro quadrado chega a R$ 20.880; em Ipanema, R$ 19.484; na Lagoa custa R$ 17.728; já na Gávea, R$ 16.773; e Jardim Botânico, R$ 15.429. Já as casas menos valorizadas, segundo a pesquisa, ficam entre a Zona Oeste e Norte. Cavalcanti apresenta o valor mais baixo R$ 2.334, seguido da Pavuna R$ 2.335, Coelho Neto R$ 2.558, Senador Camará R$ 2.639 e Turiaçu R$ 2.873. O Índice FipeZap, que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, manteve-se praticamente estável entre agosto e setembro de 2017, com variação de -0,07%. No ano, o índice aponta ligeiro recuo nominal no preço médio do segmento (-0,56%). Em setembro de 2017, o valor médio de venda dos imóveis residenciais nos municípios monitorados foi de R$ 7.636/m². (O Dia, 04/10/17)
Aluguel em queda - O preço médio do m² para aluguel no Rio atingiu, no terceiro trimestre deste ano, seu menor patamar desde 2014: R$ 30,21. Em relação ao mesmo período de 2016, a queda, veja só, é de 10,6%, segundo estudo DMI-VivaReal. (O Globo, 04/10/17)
 
Hora de negociar aluguel do imóvel - O indicador que serve de base para corrigir a maioria dos valores dos contratos de locação de imóveis no país, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), da FGV, acumula queda de 1,45% em 12 meses até setembro. E quem está com aluguel para vencer e precisa renovar este mês, deve conversar com o locador a fim de encontrar a melhor alternativa para os dois lados. O vice-presidente de Assuntos Condominiais do Secovi Rio, Alexandre Corrêa, orienta os locatários a negociar o aluguel."O inquilino precisa dialogar com o dono do imóvel. A locação tem que ser interessante para ambos. Se não está agradando por algum motivo, o locatário precisa explicar a situação para chegar a um consenso", avisa. O IGP-M terminou setembro com alta de 0,47%, ultrapassando o dobro da variação (0,20%) se comparada com o mesmo período de 2016. Em agosto, o índice ficou em 0,10%. No entanto, no acumulado deste ano, até o mês passado, o resultado é queda de 2,10%. (O Dia, 29/09/17)

Venda de imóvel volta a crescer no DF - Os preços mais baixos dos imóveis residenciais no DF fizeram com que as vendas voltassem a crescer nos últimos meses Isso reduziu o estoque de unidades a 5,4 mil, um dos menores números da história, segundo a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), mas, em contrapartida, atiçou o setor de construção civil, que já se movimenta para atender a demanda. Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), o Indicador de Velocidade de Vendas (IVV) para unidades residenciais teve média de 6,25% nos primeiros sete meses do ano, sendo que a média habitual costuma ficar abaixo dos 5%. Na prática, isso significa que a cada 100 imóveis ofertados por mês, pelo menos seis foram vendidos. O ápice aconteceu em junho, quando a cada 100 unidades, oito foram comercializadas. A lei da oferta e da procura conduziu o mercado até atingir o novo patamar de liquidez. O preço do metro quadrado, em geral, no DF caiu no mínimo 20% nos últimos dois anos, chegando a uma média absoluta de R$ 6 mil. Para atender a demanda, a indústria da construção civil tem tentado uma retomada, ainda de maneira tímida. (Jornal de Brasília Online, 03/10/17)

Sob nova direção - A gestora Rio Bravo está negociando a compra de um edifício no bairro do Morumbi, em São Paulo, que foi a sede da seguradora SulAmérica, e que pertence hoje à São Carlos Empreendimentos. O local já possui até mesmo um contrato de aluguel de longo prazo com a escola americana Avenues, que abrirá sua primeira turma no segundo semestre do ano que vem. A Rio Bravo anunciou captação de um fundo imobiliário e os recursos serão utilizados para financiar a aquisição. A São Carlos comprou o imóvel da SulAmérica, em 2012, por R$ 130 milhões. Rio Bravo e São Carlos não comentaram. (O Estado de S. Paulo, 29/09/17)

Samambaia tem atraído investidores no setor imobiliário e consumidores - Antes de se tornar uma região administrativa do Distrito Federal, Samambaia fazia parte do Núcleo Rural de Taguatinga. A emancipação só ocorreu em 1989. Hoje, tem aspecto de cidade grande, com prédios, comércios e estações de metrô. O número de apartamentos passou de 1.803, em 2004, para 6.658, em 2015, segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad). O crescimento populacional reforça a mudança que o horizonte cheio de edifícios anuncia. O número de habitantes cresceu sete vezes no mesmo período, passou de 32.129 para 254.439, em 2015. (Correio Braziliense, 03/10/18)

Cecil tem nova fábrica - A fabricante de produtos de cobre Cecil inaugura hoje uma nova fábrica em Joinville (SC) que vai aumentar em cerca de um terço a capacidade de transformação. Como a maior parte dos equipamentos foi arrendada de um cliente, a PPE, o investimento na expansão foi baixo, de apenas R$ 3 milhões. Na prática, a operação já está rodando há quase dois meses. Miguel Carvalho, presidente da companhia, explicou que o focar é a demanda do setor elétrico, principalmente por fios. Para ele, mesmo que a recuperação da carteira de pedidos dessa área não esteja sendo tão forte, a empresa precisa se preparar para a hora da retomada. A nova unidade terá capacidade produtiva de 36 mil toneladas anuais. Atualmente, a empresa consegue processar até 100 mil toneladas por ano. (UOL, 03/10/17)

Incorporadora propõe test-drive de imóveis antes da aquisição no RJ - Para enfrentar a baixa demanda imobiliária, a incorporadora Gafisa lançou a campanha “Test Home”, que permite que os interessados em um determinado imóvel o aluguem pelo período de um ano até decidir comprá-lo. Caso o cliente decida pela aquisição, o valor pago durante o período do aluguel servirá como uma entrada do apartamento. De início, a campanha tem como foco unidades de dois e três dormitórios do residencial Today, localizado no bairro da Freguesia de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O aluguel do apartamento gira em torno de R$ 3 mil reais mensais, que em um ano compõe uma entrada de R$ 36 mil. Ainda não há previsão de outros empreendimentos da incorporadora participarem da campanha. (AEC, 03/10/17)

CBIC divulga Boletim com alterações de Normas Técnicas da ABNT incidentes na construção civil - O Boletim com as alterações de Normas Técnicas incidentes na Construção Civil – ABNT (Normas ABNT em Consulta Nacional, Publicadas, Confirmadas ou Canceladas), no período de 16 de setembro a 2 de outubro de 2017, já está disponível. Elaborado pelo líder do Grupo de Acompanhamento de Normas Técnicas da Comat/CBIC e consultor do Sinduscon-MG, Roberto Matozinhos. Clique aqui para acessar o boletim. (CBIC, 03/10/17)
 
Para analistas, indústria mantém rota de recuperação - A indústria seguiu em trajetória de recuperação em agosto e teve sua quinta expansão mensal consecutiva, ainda que mais fraca, avaliam economistas. Segundo a estimativa média de 25 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, a produção industrial cresceu 0,1% em relação a julho, feitos os ajustes sazonais, após avanço de 0,8% na medição anterior. (Valor, 0310/17). Leia mais no Valor Econômico

Confiança empresarial volta a crescer - Impulsionado por movimento mais disseminado de recuperação na economia, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) avançou 1,3 ponto entre agosto e setembro para 87,3 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014 (87,6 pontos) e a terceira alta consecutiva. Na comparação com igual período do ano passado, o ICE cresceu 6,6 pontos. Para o superintendente de estatísticas públicas do Ibre-FGV, Aloisio Campelo, responsável pelo cálculo do índice, o crescimento da confiança empresarial é uma tendência que "veio para ficar". (Valor, 0310/17). Leia mais no Valor Econômico